A FILOSOFIA DO SENSO COMUM DE G.K. CHESTERTON

Lyanne Maria Correa Soares

Resumo


Gilbert Keith Chesterton foi um dos maiores escritores do século XX, escritor Inglês, famoso por seus paradoxos,
criticou em seus escritos os pensamentos filosóficos daquela época e, hoje, resultam consequências ao mundo
moderno. Logo, os assuntos atuais da sociedade estão nas raízes históricas das chamadas ideologias ou correntes de
pensamentos existentes, como relativismo moral, utilitarismo, materialismo, cientificismo, progressismo. Assim,
filósofos dessas correntes não mostram a realidade, isto é, não correspondem ao senso de realidade do mundo -
senso comum. Entende-se pelo homem comum, com suas convicções e com preceitos tradicionais. O homem
comum não questiona, aceita aquela realidade sem busca-lá entender. No entanto, Chesterton ressalta que vai chegar
ao ponto em que o homem terá que provar porque a grama é verde, além de tentar provar a sua existência. Além
disso, o homem do senso comum não é como o homem moderno que não tem um pensamento concreto, diariamente
muda; logo, é impossível mudar o mundo tendo pensamentos diferentes. Dessa forma, o homem são tem mais
sanidade (homem do senso comum):"o homem pode compreender tudo com a ajuda daquilo que não compreende".
Em contrapartida, o homem louco é racional; ou seja, ele se perde por querer explicar tudo - "a mente dele se move
num círculo perfeito, porém reduzido". Portanto, a filosofia do senso comum é o homem comum contra o senso
incomum dos "intelectuais".


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